Aquele fingimento.
Aquela felicidade irreal.
Quando sei que a única maneira de me mostrar feliz e fazer o outro feliz é evitar transparecer o que realmente sinto.
Dou o carinho que preciso.
Digo as paravras que quero ouvir.
Animo enquanto me afundo-me.
Escondo-me procurando mostrar-me.
Faço o que o outro precisa. Faço-o feliz.
E eu?
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